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26/07/2010 Assédio Moral Banrisul instala sensor que limita em 1 min o uso do banheiro Algumas agências do Banrisul da região Sul do Estado estão adotando uma prática que, apesar de inconcebível no mundo atual, é cada vez mais frequente em algumas empresas: o assédio moral, conduta abusiva que pode ser praticada através de gestos, palavras, comportamentos, atitudes. O Assédio Moral atenta, seja por sua repetição ou sistematização, contra a dignidade ou integridade física de uma pessoa, ameaçando seu emprego ou degradando o ambiente de trabalho. A situação numa determinada agência da região é talvez a que foi mais longe em termos de assédio: A gerência simplesmente instalou um sensor de presença nos banheiros da agência, onde os funcionários não podem permanecer por mais de um minuto, pois a luz se apaga após esse tempo. Este é um inacreditável exemplo de onde o assédio pode chegar em termos de humilhação dos trabalhadores. Essa exposição à tirania é mais frequente em relações hierárquicas autoritárias, nas quais predominam condutas negativas, relações desumanas de longa duração, exercidas por um ou mais chefes contra os subordinados, ocasionando a desestabilização da vítima com o ambiente de trabalho. Veja algumas atitudes que caracterizam assédio moral: - Controlar o tempo de permanência no banheiro através de sensor de presença (mais de um minuto a luz se apaga) - Funcionários humilhados por meio de broncas, gritos e até xingamentos, levando-os ao choro e muitas vezes ao desgaste emocional; - Quando há prática antisindical. É atribuída ao Sindicato e seus dirigentes a culpa por questões que são legítimas de serem defendidas, como cumprimento de leis, boas condições de trabalho, melhores salários, manutenção do emprego; - Relações interpessoais hierárquicas que dividem os colegas entre colaboradores e não colaboradores, prática que piora substancialmente o ambiente de trabalho. Fonte: Assessoria de Imprensa do Seeb Pelotas.
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